sábado, 5 de dezembro de 2015

Injustíças históricas em face do homem moderno


A ascensão do Estado Islâmico em nossos dias trouxe à tona novamente um contexto histórico tristemente distorcido pela desonestidade de muitos anticlericais: As heróicas Cruzadas, fabulosas incursões feitas sob o signo da cruz, que salvou o ocidente de uma de suas maiores tragédias.

Muitos séculos antes da convocação das cruzadas, já nos tempos de Carlos Magno a Europa sofria constantes ataques das hordas maometanas, que tencionavam subjugar toda a cristandade que habitava aquela pequena faixa de terra que tinha como única linha demarcadora, a fé.

Ante a ferocidade deste inimigo impassível e cruel de nossos dias (o ISIS), não há como não evocar aqueles tempos e aqueles eventos que foram determinantes para nossa sociedade moderna.

Em primeiro lugar, deve se reafirmar que as cruzadas foram um ato de legítima defesa do Ocidente cristão contra as hordas maometanas que a ameaçavam.
Ou se opunha uma resistência enérgica à devastação muçulmana ou todos seriam subjulgados cruelmente pela tirânia do islã.

As brutalidade do Estado Islâmico, são uma amostra fiél das brutalidades dos turcos, árabes, persas, e demais islamitas que nunca cessaram na história.


Se hoje nos estarrece os horrores perpetrados pelo ISIS; como não nos indignaria as barbáries turcas otomanas, -- protótipo histórico do ISIS --, no período medieval?


As cruzadas foram uma resposta aos ataques muçulmanos. O papa Urbano II, em seu discurso de convocação das cruzadas, narrou fielmente os horrores praticado pelas hordas maometanas:
"Relatamos fatos horríveis que ouvimos sobre uma raça de homens completamente afastadas de Deus e desprovidos de fé, - inicia o pontifice.  
Turcos, Persa, Árabes, amaldiçoados, estranhos a nosso Deus, que devastam por fogo ou espada as muralhas de Constantinopla, o braço de São Jorge (...) os descrentes forçam os cristão a se ajoelhar sobre roupas imundas e curvar a cabeça a espera do golpe da espada (...) Quantas igrejas esses inimigos de Deus conspiraram e destruíram? Ouvimos de altares e relíquias sendo profanados por sujeira produzida por corpos turcos. Ouvimos sobre verdadeiro crentes sendo circuncidados e o sangue desse ato sendo vertido em pias batismais (...) O que mais devemso lhes dizer ó fiéis? Turcos abusam de mulheres e crianças cristãs (...) Turcos abrem com a lâmina da espada a barriga dos verdadeiro seguidores de Jesus Cristo (... ) espalham e detalham entranhas, mostrando assim o que a natureza manteria secreto. Tudo a procura de riquezas ou por insano prazer".
Alguma diferença dos horrores narrados por Urbano II e os práticados pelo Estado Islâmico em nosso século?
Combatê-los, portanto, não era uma opção, era uma ação necessária, um ato de sobrevivência da cristandade.
As cruzadas foram este ato de defesa do Ocidente cristão contra a sanha maometana que tudo ameaçava destruir a golpes de cimitarra.

920 anos depois daquele glorioso dia em que ressoou nos campos franceses o brado vibrante dos cruzados: Dieu le veut! Volta a ressoar um novo grito nos mesmos campos franceses. Não mais o grito cruzado, este cessou na história, mas o brado maometano que tanto foi combatido pelos francos. 
Ouvir o Allahu Akhbar de Maomé em terras francas significa mais do que se pode imagninar. Significa que a história das cruzadas ainda não acabou, que seus inimigos ainda estão vivos e ameaçadores. Mas a terra dos francos já não existe para combatê-los, se perdeu num passado distante, ficando em seu lugar uma geração efeminada e pacifista.. 
Haverão novos francos em nossos dias, prontos bradar mais uma vez o Dieu le veut? Esperamos que sim.


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O islã sempre foi uma ameaça ao ocidente cristão, e isso encontra-se muito bem assinalado nas páginas de seu livro sagrado (O Corão) e nos sunas. Portanto, o islã declarou guerra ao mundo cristão há mais de 1400 anos!

Em tempos menos relativistas, a Igreja chamou aos maometanos de "os piores entre os celerados" (Bento XIV, Carta Quoniam, 1743) e de "ímpios e eternos inimigos da cristandade". (Pio II).
E sempre manteve-se alerta sobre suas nefandas ações. Até esta realidade ser drasticamente transformada com o advento do Vaticano II e seu novo olhar sobre o islã e as falsas religiões. (1)

Apesar de toda história que viveu a humanidade nas mãos dos infiéis muçulmanos, a história foi terrivelmente invertida, e hoje, os cruzados figuram como vilões de um passado obscuro, que estavam a serviço do ganancioso sonho imperialista europeu e da obscuridade da fé... E os maometanos como as pobres vítimas destes impiedosos cristãos.
Esta deturpação é obra, em parte, e significativa de maliciosos historiadores, entre os quais destaco Walter Scott e Joseph-François Michaud que propagaram uma visão odiosa das cruzadas, omitindo as barbaridades maometanas. Mas também de progessistas que invadiram a Igreja.


Mas a história das cruzadas se repete nos tempos modernos. O Império Otomano renasce nas metralhas do Estado Islâmico para ensinar a verdadeira história das cruzadas que nos foi invertida e ocultada e revelar as verdades menosprezadas da Igreja sem deixar margens a equivocos.

E caso o ocidente imponha alguma resposta energica à fúria maometana de nossos dias, tal como fez nos tempos medievais, a esquerda novamente entrará em cena para distorcer os fatos, e impor um véu de vitimismo no islã e de vilania no cristianismo, tal como já o faz sem pudor perante os acontecimentos trágicos que se sucedem.
Certamente num futuro, talvez distante, se os insanos esquerdistas continuarem a detêr o primado da informação, o ISIS figurará nos livros didáticos como os inocentes maometanas que foram esmagados pela tirânia imperialista do ocidente cristão... Assim como na Idade Média os maometanos são descritos como as pobres vitimas dos impiedosos cruzados. Assim, estes inimigos de Deus e da realidade costumam escrever a história.


Mas um fato é claro: Caso o islã vença, não haverá conservador ou revolucionário, cristão ou ateu, gay ou homofóbico, todos sucumbirão igualmente sob a espada sangrenta da jihad.


Nota:

1.  A Igreja olha também com estima para os muçulmanos. Adoram eles o Deus Único, vivo e subsistente, misericordioso e omnipotente, criador do céu e da terra (5), que falou aos homens e a cujos decretos, mesmo ocultos, procuram submeter-se de todo o coração, como a Deus se submeteu Abraão, que a fé islâmica de bom grado evoca. Embora sem o reconhecerem como Deus, veneram Jesus como profeta, e honram Maria, sua mãe virginal, à qual por vezes invocam devotamente. Esperam pelo dia do juízo, no qual Deus remunerará todos os homens, uma vez ressuscitados. Têm, por isso, em apreço a vida moral e prestam culto a Deus, sobretudo com a oração, a esmola e o jejum.E se é verdade que, no decurso dos séculos, surgiram entre cristãos e muçulmanos não poucas discórdias e ódios, este sagrado Concílio exorta todos a que, esquecendo o passado, sinceramente se exercitem na compreensão mútua e juntos defendam e promovam a justiça social, os bens morais e a paz e liberdade para todos os homens.

(Declaração Conciliar Nostra Aetate, 1965)