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Porque todos devemos ser devotos de São José

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Se houve uma morte feliz, esta foi a de São José. Em seu leito de morte o assistiam Jesus e Maria. Há melhores acompanhantes na hora final do que estes? 
      Depois da Virgem Santíssima, a Igreja reconhece São José como o maior de todos os santos, e sua devoção torna-se particularmente necessária a todos os fiéis ─ especialmente, por sua condição de patrono da Igreja. O próprio Cristo lhe foi obediente, (cf. Lucas 2, 51) porque nós não haveremos de ser?



       Um testemunho especial  de devoção a São José nos vem de uma das grandes luminares da Igreja, a grande Sta Teresa de Ávilla, que no seu Livro da Vida nos narra as graças que alcançara através de sua devoção ao guardião da Sagrada Família. A grande santa carmelita após recorrer a diversos auxílios em momento de grande angústia, resolveu implorar o socorro de São José, e foi imediatamente respondida. “Não me recordo até agora ─ escreveu a Santa ─ de lhe ter suplicado coisa que tenha deixado de fazer. É coisa de espantar as grande…

sacerdotes e intelectuais reconhecem Francisco como herege

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Neste 1º de maio, 2 anos após os dubias dos cardeais e a "correção filial", ambas não respondidas pelo Papa, o Vaticano foi surpreendido com uma nova acusação de heresia a Francisco. Em Carta Aberta, 19 sacerdotes e intelectuais, acusam Francisco de heresia e pedem aos bispos que tomem medidas contra a grave situação criada por um papa herético. 
                 A carta é bem direta, e inicia com as seguintes palavras:  "Nos dirigimos a vós por duas razões: primeiro, para acusar o Papa Francisco do delito canônico de heresia e, segundo, para pedi-los que tomem as medidas necessárias para tratar a grave situação de um papa herege”. 
             A carta aberta de 20 páginas lançado no site americano life site news apresenta  posições claramente heréticas do Papa sobre o matrimônio, recepção dos sacramentos, entre outras questões. Os autores ainda escrevem que Francisco não apenas negou verdades de fé com suas palavras, mas também com seus atos, ao "d…

O mês de Maria

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A piedade dos fiéis consagrou o mês de maio à mais bela das flores do jardim de Deus: Maria. Por isso, Maio, para o católico, é um mês mais que especial, é “o mês da linda mãezinha” como dizia Padre Pio. Em tempos mais piedosos, este mês era marcado com exuberantes manifestações de devoção que se verificavam por toda parte, com mais intensidade nas paróquias e capelas, mas também nas escolas, hospitais e até presídios. Inclusive o Papa Paulo VI recordou em uma de suas encíclicas estes tempos de piedade que todos os homens do passado foram testemunhas: “Neste mês nós nos recordamos da alegria infantil com a qual, indo à escola, levávamos flores ao altar de Nossa Senhora; velas, cantos, orações e promessas davam alegre expressão à nossa devoção à Virgem Santíssima, que então nos aparecia como rainha da primavera, primavera da natureza e primavera das almas”. (Mense Maio, 1965)  A devoção à Nossa Senhora ditou por muitos séculos o ritmo da vida na maior parte do Ocidente. À hora do ângel…

Novidade Editorial: "A Anatomia do Conservadorismo"

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No dia 9 de março será lançado em versão eletrônica o livro "A Anatomia do Conservadorismo", que faz um Raio X do temperamento conservador, além de seu caráter meramente político e doutrinário, como, convencionalmente, se tem feito.
O conservadorismo, como o autor apresenta, "fixa-se numa filosofia do tempo que entrevê um elo indissociável entre passado, presente e futuro; onde um complementa o outro sem entrarem em conflitos e juntos fazem o fio condutor da história." Por certo, nesta afirmação se apresenta, não só, a essência do conservadorismo, mas a própria constituição do bom senso. 
O livro divide-se em 8 capítulos, onde todos convergem a uma conclusão um tanto quanto inesperada da personalidade conservadora. 
Embora a data de lançamento esteja marcado para 9 de março, ele já pode ser adquirido pelo Endereço Eletrônico da Amazon a preço super acessível.

Uma importante lição de humildade

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Um dia, atravessando um pântano para ir à sua cela, o abade Macário encontrou o diabo empunhando uma foice de ceifeiro com a qual queria atingi-lo, mas não conseguia. Então lhe disse: “Macário, tu me faz mal, porque não posso vencê-lo. No entanto, tudo o que vós fazeis, eu também faço, vós jejuais, mas eu não como absolutamente nada; vós velais e eu nunca durmo. Há, porém, uma coisa em que vós me superais”. O abade perguntou: “Em quê?” O diabo respondeu: “Em humildade, pois é ela que faz com que eu nada possa contra vós”.  (Jacopo de Varazze, Legenda Aurea: vidas de santos, Trad: Hilário Franco Junior. São Paulo: Companhia das Letras, p. 165).

Porque sou católico

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Um artigo publicado recentemente em um jornal diário foi dedicado ao Novo Livro de Orações; sem, no entanto, ter nada de novo para falar sobre ele. Por isso, ele consistiu principalmente em repetir por novecentas e noventa e nove milésimas vezes que, o que o inglês comum quer é uma religião sem dogmas (seja lá o que isso queira dizer); e que as disputas sobre assuntos da Igreja eram ociosas e estéreis de ambos os lados. Ao lembrar-se repentinamente que essas equalizações de ambos os lados podem envolver alguma ligeira concessão ou consideração para o nosso lado, o escritor apressadamente se corrigiu. Então, passou a sugerir que, embora seja errado ser dogmático, é essencial ser dogmaticamente Protestante.                         Ele sugeriu, ainda, que o inglês comum (esse caráter útil) estava bastante convencido, apesar de sua aversão a todas as diferenças religiosas, de que era vital para a religião continuar divergindo do catolicismo. Ele está convencido (nos…

Giovanni Bugatti, um carrasco a serviço da Igreja

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Com as recentes recriminações do Papa Francisco a pena de morte, cabe lembrar que tal postura não foi muito comum entre os papas e os santos dos séculos anteriores: tal postura é característica de dois pontificados dos tempos modernos, o de João Paulo II e Francisco. Até o pontificado de Pio IX, a pena de morte não somente era autorizada pela Igreja, como praticada sob as bênçãos do Papa dentro dos Estados Pontifícios. E neste aspecto "controverso" da História da Igreja, um personagem, pouco mencionado na atualidade, tornou-se símbolo deste período: o executor oficial dos Estados Papais.                     Dos que cumpriram exemplarmente essa função, está um piedoso católico, a que se refere os registros, de "hábitos modestos e corteses". Giovanni Battista Bugatti, também chamado mastro titta (oficial de justiça). 

No livro de Edward Feser e Joseph Bessette, intitulado By man shall his blood be shed: a catholic defense of capital punishment (Igna…