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Uma pequena via... Para uma grande santidade

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Em uma esplêndida segunda-feira de outubro, um pequeno traslado conduzia o corpo de uma desconhecida carmelita vitimada aos vinte e quatro anos pela tuberculose. No cortejo iam uns poucos parentes e algumas religiosas.


Ao considerarem os nove anos transcorridos no silêncio claustral da jovem carmelita, as irmãs sentiram um grande desconcerto:“que fatos dignos de figurar na notícia fúnebre?”.
                Teresinha vivera uma santidade tão despercebida que olhos superficiais jamais conseguiriam captar a grandeza dos pequenos gestos impregnados de altíssima virtude. Diziam:“esta irmãzinha não fez nada que valha apena ser contado”. Tudo que restava de Teresinha na memória de suas companheiras de claustro era um sorriso afetuoso, e pouco mais do que isso. Mas na verdade, por trás daquele sorriso escondia-se um martírio silencioso, uma santidade exuberante vivida no dia-a-dia; em cada segundo; em cada suspiro; em cada pensamento; um coração abrasado de amor que os olhos não podiam ver.  
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