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terça-feira, 29 de março de 2016

A perseguição aos cristãos e o silêncio da grande mídia



D.Paul Hinder



D. Paul Hinder, vigário apóstolico para a Arábia do sul, desmentiu hoje os boatos de que o padre Thomas Uzhunnalil foi crucificado na sexta-feira santa por jihadistas. O boato da crucificação de Pe. Tom ganhou força com a declaração do Cardeal Schönborn da Áustria, que veio a público admitir seu engano.

Pe. Thomas foi sequestrado no dia 4 de março, quando o asilo que administrava junto com algumas irmãs da caridade em Aden (Iêmen) foi atacado por jihadistas.
No ataque, quatro irmãs da caridade e outras 12 pessoas que lá viviam foram brutalmente assassinadas e Pe. Thomas foi levado cativo.

Pe. Thomas Uzhunnalil

O Padre Thomas Uzhunnalil é missionário indiano da ordem salesiana, e tem 56 anos. Após o seu sequestro, começaram a circular boatos de que ele seria crucificado na sexta-feira santa. Algo ainda não confirmado.

As religiosas assassinadas pelos jihadistas

O ano de 2016 se revelou o mais violento em termos de ataques terroristas. No Domingo de Páscoa (27) uma nova atrocidade foi perpetrada por maometanos, matando 72 pessoas (na maioria cristãs) e deixando 340 feridos, após um atentado em um parque público no Paquistão.

Os séculos XX e XXI mostram-se os séculos mais anticristãos da história. Segundo o especialista em estatística religiosa moderna, David Barret, já são mais de 70 milhões de mortos por causa da fé cristã; destes 70 milhões, 45 milhões foram mortos somente nos séculos XX e XXI.

O que nos chama a atenção nesta bi milenar perseguição e em seus números estarrecedores é o notório silêncio da mídia internacional em torno dela.
A comunidade Internacional não publicou nota de repúdio aos atentados; multidões não foram concentradas em praça pública em solidariedade aos mortos; concertos não foram realizados em homenagem às vítimas; perfis em redes sociais não foram alterados em memória ao acontecimento.
As atrocidades cometidas contra cristãos não repercutem nas grandes mídias, não comovem o mundo, não motiva concertos e manifestos de repúdio, por um motivo muito simples: Alguém decide o que você deve saber; pelo quê se importar; pelo quê se comover. E não se inclui nesta lista, os cristãos e seus sofrimentos.

Este silêncio em torno das atrocidades cometidas contra os cristãos, significam simplesmente isso: Não se importe com eles, não se comova com seus sofrimentos, não lute por sua causa.
Importe-se com os direitos lgbts; com a islamofobia e o multiculturalismo; com as ideologias feministas, com a ecologia etc, etc, etc... Mas, não se importe com os cristãos.


ATO DE DESAGRAVO PARA OS DIAS DE CARNAVAL

  ATO DE DESAGRAVO PARA OS DIAS DE CARNAVAL (Se possível, diante do Ssmo. Sacramento exposto)     C oração dulcíss...